Recebi um email de um amigo que está circulando pela net (sem autor e tals), se não fosse lógico poderia dizer: é um spam... mas como é coerente a reflexão, decidi postar aqui...
"Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$1,99.
Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 a 10 g. Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ? Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos.
Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referência.
Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos."
"Vejam o absurdo: Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro ?
Resposta: Tinta de Impressora!
Você já tinha feito o cálculo?"
"Veja o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais. Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade,velocidade e facilidade das novas impressoras.
Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e
cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora.
Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos."
VEJA ESTE EXEMPLO:
"Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$170,00..
A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$130,00.
Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido). Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica. Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta". Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).
Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro.
Só para comparação, a Espumante Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$75,00.
Fazendo as contas: R$75,00 / 5.5ml = R$ 13,63 o ml. > R$13,63 x 1000ml = R$ 13.636,00"
"Veja só: R$ 13.636,00 , por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:
* 300 gr de OURO;
* 3 TVs de Plasma de 42';
* 1 UNO Mille 2003;
* 45 impressoras que utilizam este cartucho;
* 4 notebooks;
* 8 Micros Intel com 256 MB."
Pense nisso!
Tudo isso sem dizer da obsolescência programada, obsolescência perceptiva, venda casada e tals...
mas para fazermos uma reflexão em que ponto chegamos com a Política do "consumismo", veja este vídeo que mostra também um outro lado da mesma moeda...
Avalie e veja como você consegue se libertar armadilhas do consumo.... pelo menos o quanto consegue, afinal não é tão simples, digo de cadeira ;)
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sábado, 23 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
A poluição não te afeta???
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Postos de coleta para oléo de cozinha usado!
Para quem mora em Sampa, a dica são os endereços de padarias que recebem óleo residencial usado para reciclagem! Envolva-se com isso!
http://www.sindipan.org.br/asp/postosdecoleta.htm
http://www.sindipan.org.br/asp/postosdecoleta.htm
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domingo, 2 de agosto de 2009
Esvaziando a lixeira : Qual o destino do seu computador - SESC Pinheiros
Aconteceu no dia 25 do mês de julho uma oficina para discutir com os participantes da Internet Livre do SESC Pinheiros a situação atual do lixo eletro eletrônico no Brasil.
Conversamos sobre os avanços da tecnologia e sobre prós e contras de tantas mudanças nas últimas décadas, especialmente dos anos 90 até os dias de hoje.
Uma das participantes, uma mulher da terceira geração, que pode acompanhar experimentalmente tantas mudanças declarou que vive na busca de se atualizar nas novas tecnologias constantemente, para poder se aperfeiçoar e acompanhar o ritmo de evolução, não ficando para trás e podendo assim conversar "de igual para igual com seus netos", na verdade como ela mesmo disse, "tentando, porque é difícil acompanhar...".
Conversamos também o quanto essas novas tecnologias, ao passo que facilitam a vida, devido as facilidades que proporcionam e também agilidades... como todo esse acesso de parafernálias tecnológicas vem reduzindo nosso tempo, o quanto viver na "tal geração high tech" reduziu nosso tempo e contato para as relações que antes nos eram tão importante.
Perguntei o quanto isso era bom, e se estas formas de viver que fomos deixando de lado faz falta, ou seja se está melhor assim ou não e se não, porque?
Foi uma conversa muito interessante, pois chegamos ao ponto de uma definição usada atualmente para nossa sociedade, conhecida como "sociedade de consumo".
Foi daí que partimos para o ponto do objetivo da conversa, o que consumimos, porque consumimos, para onde "vai" o que consumimos quando já não nos serve...? E pensando no ponto alto da conversa, que era a questão dos avanços tecnológicos, e voltando a pergunta, o quê?, porquê? e para onde...?, porém transferindo estas perguntas para a questão do lixo eletro eletrônico, e isso foi realmente muito bom, pois muitas pessoas nunca pensaram nisso, e era o caso em questão!
Evidente que num país que mal se fala em problemas relacionados com as três perguntas feitas acima, as pessoas nem pensem mesmo sobre destinação correta de resíduos eletrônicos, que representam um risco ao meio ambiente e conseqüentemente à nós... ainda mais num país em que a realidade de aterros sanitários é bem menor que 50% na região sudeste, justamente a região mais adiantada em construções de aterros, o que dizer então das outras regiões...lixão, lixão, lixão
E somando lixão com lixo eletrônico, o resultado não é nada bom...
Conversa produtiva, que valerá outros posts mais por aqui, na semana vou escrevendo mais infos sobre as oficinas!
Conversamos sobre os avanços da tecnologia e sobre prós e contras de tantas mudanças nas últimas décadas, especialmente dos anos 90 até os dias de hoje.
Uma das participantes, uma mulher da terceira geração, que pode acompanhar experimentalmente tantas mudanças declarou que vive na busca de se atualizar nas novas tecnologias constantemente, para poder se aperfeiçoar e acompanhar o ritmo de evolução, não ficando para trás e podendo assim conversar "de igual para igual com seus netos", na verdade como ela mesmo disse, "tentando, porque é difícil acompanhar...".
Conversamos também o quanto essas novas tecnologias, ao passo que facilitam a vida, devido as facilidades que proporcionam e também agilidades... como todo esse acesso de parafernálias tecnológicas vem reduzindo nosso tempo, o quanto viver na "tal geração high tech" reduziu nosso tempo e contato para as relações que antes nos eram tão importante.
Perguntei o quanto isso era bom, e se estas formas de viver que fomos deixando de lado faz falta, ou seja se está melhor assim ou não e se não, porque?
Foi uma conversa muito interessante, pois chegamos ao ponto de uma definição usada atualmente para nossa sociedade, conhecida como "sociedade de consumo".
Foi daí que partimos para o ponto do objetivo da conversa, o que consumimos, porque consumimos, para onde "vai" o que consumimos quando já não nos serve...? E pensando no ponto alto da conversa, que era a questão dos avanços tecnológicos, e voltando a pergunta, o quê?, porquê? e para onde...?, porém transferindo estas perguntas para a questão do lixo eletro eletrônico, e isso foi realmente muito bom, pois muitas pessoas nunca pensaram nisso, e era o caso em questão!
Evidente que num país que mal se fala em problemas relacionados com as três perguntas feitas acima, as pessoas nem pensem mesmo sobre destinação correta de resíduos eletrônicos, que representam um risco ao meio ambiente e conseqüentemente à nós... ainda mais num país em que a realidade de aterros sanitários é bem menor que 50% na região sudeste, justamente a região mais adiantada em construções de aterros, o que dizer então das outras regiões...lixão, lixão, lixão
E somando lixão com lixo eletrônico, o resultado não é nada bom...
Conversa produtiva, que valerá outros posts mais por aqui, na semana vou escrevendo mais infos sobre as oficinas!
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Para recordar...
coisas das quais não deveríamos nos esquecer...
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Manisfesto Lixo-eletrônico - Participe!
O texto na íntegra sobre o manifesto encontra-se em: http://www.lixoeletronico.org/manifesto
PELA INCLUSÃO DOS ELETRO-ELETRÔNICOS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Vamos pressionar o Legislativo a INCLUIR NOVAMENTE os equipamentos eletro-eletrônicos no Art.33 que regulamenta a logística reversa e a reciclagem obrigatória de produtos especiais na Política Nacional de Resíduos Sólidos que esta tramitando pelo Congresso Nacional!
O Brasil possui cerca de 160 milhões de celulares* e 60 milhões de computadores em uso. Em 2012 a previsão é atingir a marca de 100 milhões, 1 computador para cada 2 pessoas**. Em 2008 o setor de eletro-eletrônicos movimentou cerca de R$ 123 bilhões em uma rota de crescimento ininterrupto desde 2002***. Aparelhos eletrônicos melhoram a competitividade das empresas, facilitam a vida das pessoas, oferecem lazer, entretenimento e são ferramentas importantes para o desenvolvimento pessoal e social.
Por outro lado, os equipamentos eletro-eletrônicos produzem lixo tóxico, volumoso e de reciclagem complexa. Segundo estudos do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), sobre o riscos e ameaças ao meio ambiente e à saúde humana dos resíduos eletrônicos, a maioria destes produtos contêm substâncias tóxicas como polímeros anti-chamas (BRT), PVC, e metais pesados como mercúrio, chumbo e cádmio.
Além de contaminarem o meio-ambiente, estas substâncias podem causar graves danos à saúde humana e de animais, provocando falhas nos rins, pulmões, cérebro e comprometendo todo o sistema nervoso. É um problema crescente e vários países já possuem legislações especificas para tratar dessa urgente questão. A União Européia, por exemplo, regulamentou uma diretiva sobre Resíduos Eletro-Eletrônicos da Comissão Européia de Meio Ambiente, e os EUA possuem normativas regulatórias da Agência de Proteção Ambiental Americana além de Legislações Estaduais de Resíduos Sólidos como as de Nova Iorque e Califórnia.
No Brasil, temos uma oportunidade hoje que está sendo desperdiçada. Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PL 203/91). É imperativo que a Política Nacional de Resíduos Sólidos contemple os equipamentos eletro-eletrônicos e que estes sejam enquadrados como produtos especiais de logística reversa e reciclagem obrigatória.
Os eletro-eletrônicos estarão cada vez mais presentes na nossa vida, trazendo benefícios na mesma velocidade em que produzem mais lixo com o qual ainda não lidamos corretamente. Regulamentar sua destinação é condição urgente e necessária para que possamos continuar a nos beneficiar dos avanços da tecnologia de maneira sustentável, sem pagar um alto preço ambiental e à saúde de nossa população.
(*) Anatel, Revisão de celulares por tecnologia, jul/ 2009
(**) 20ª Pesquisa Anual da FGV-EAESP-CIA, 2009
(***) Abinee, Desempenho setorial, fev/ 2009
Você pode participar deste movimento da rede assinando o manifesto aqui: http://www.petitiononline.com/ewaste1/
e também mandando este manifesto para o endereço dos Deputados que irão votar a lei.
Essa lista encontra-se no site do Lixo Eletrônico, é só copiar e colar no seu corpo de email!
Participe, afinal essa Lei tramita no congresso há 18 anos... já até alcançou sua maioridade!
Quem já se perguntou "afinal quem está por trás dos interesses em eliminar os resíduos eletro-eletrônicos da proposta???, estaria relacionado com a responsabilidade dos fabricantes deste eletrônicos pela vida/morte de seus produtos?
Será que haveriam pessoas "financiando" nossos representantes legais para que resolvessem após de 18 anos de espera, votar a Lei, porém excluindo dela a questão do lixo digital?
Pense nisso, e faça sua parte!
PELA INCLUSÃO DOS ELETRO-ELETRÔNICOS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Vamos pressionar o Legislativo a INCLUIR NOVAMENTE os equipamentos eletro-eletrônicos no Art.33 que regulamenta a logística reversa e a reciclagem obrigatória de produtos especiais na Política Nacional de Resíduos Sólidos que esta tramitando pelo Congresso Nacional!
O Brasil possui cerca de 160 milhões de celulares* e 60 milhões de computadores em uso. Em 2012 a previsão é atingir a marca de 100 milhões, 1 computador para cada 2 pessoas**. Em 2008 o setor de eletro-eletrônicos movimentou cerca de R$ 123 bilhões em uma rota de crescimento ininterrupto desde 2002***. Aparelhos eletrônicos melhoram a competitividade das empresas, facilitam a vida das pessoas, oferecem lazer, entretenimento e são ferramentas importantes para o desenvolvimento pessoal e social.
Por outro lado, os equipamentos eletro-eletrônicos produzem lixo tóxico, volumoso e de reciclagem complexa. Segundo estudos do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), sobre o riscos e ameaças ao meio ambiente e à saúde humana dos resíduos eletrônicos, a maioria destes produtos contêm substâncias tóxicas como polímeros anti-chamas (BRT), PVC, e metais pesados como mercúrio, chumbo e cádmio.
Além de contaminarem o meio-ambiente, estas substâncias podem causar graves danos à saúde humana e de animais, provocando falhas nos rins, pulmões, cérebro e comprometendo todo o sistema nervoso. É um problema crescente e vários países já possuem legislações especificas para tratar dessa urgente questão. A União Européia, por exemplo, regulamentou uma diretiva sobre Resíduos Eletro-Eletrônicos da Comissão Européia de Meio Ambiente, e os EUA possuem normativas regulatórias da Agência de Proteção Ambiental Americana além de Legislações Estaduais de Resíduos Sólidos como as de Nova Iorque e Califórnia.
No Brasil, temos uma oportunidade hoje que está sendo desperdiçada. Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PL 203/91). É imperativo que a Política Nacional de Resíduos Sólidos contemple os equipamentos eletro-eletrônicos e que estes sejam enquadrados como produtos especiais de logística reversa e reciclagem obrigatória.
Os eletro-eletrônicos estarão cada vez mais presentes na nossa vida, trazendo benefícios na mesma velocidade em que produzem mais lixo com o qual ainda não lidamos corretamente. Regulamentar sua destinação é condição urgente e necessária para que possamos continuar a nos beneficiar dos avanços da tecnologia de maneira sustentável, sem pagar um alto preço ambiental e à saúde de nossa população.
(*) Anatel, Revisão de celulares por tecnologia, jul/ 2009
(**) 20ª Pesquisa Anual da FGV-EAESP-CIA, 2009
(***) Abinee, Desempenho setorial, fev/ 2009
Você pode participar deste movimento da rede assinando o manifesto aqui: http://www.petitiononline.com/ewaste1/
e também mandando este manifesto para o endereço dos Deputados que irão votar a lei.
Essa lista encontra-se no site do Lixo Eletrônico, é só copiar e colar no seu corpo de email!
Participe, afinal essa Lei tramita no congresso há 18 anos... já até alcançou sua maioridade!
Quem já se perguntou "afinal quem está por trás dos interesses em eliminar os resíduos eletro-eletrônicos da proposta???, estaria relacionado com a responsabilidade dos fabricantes deste eletrônicos pela vida/morte de seus produtos?
Será que haveriam pessoas "financiando" nossos representantes legais para que resolvessem após de 18 anos de espera, votar a Lei, porém excluindo dela a questão do lixo digital?
Pense nisso, e faça sua parte!
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
Pajerama
Vídeo belíssimo, vale a pena conferir!
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quarta-feira, 28 de maio de 2008
De volta!!!

Ufa!, quantas coisas aconteceram da última postagem até aqui... infelizmente coisas não tão boas...
Não entendi nada a história do IBAMA liberar licença prévia para a construção da hidrelétrica no vale do ribeira??? como assim, área dos quilombolas, patrimônio da humanidade, unidade de conservação, respaldada pela lei da mata atlântica, lei de mananciais e APP's, será que estou enganada?, qualquer pessoa comum não conseguiria construir uma casebre naquele região, mas é claro, uma usina hidrelétrica privada que irá gerar grande impacto ambiental e social, sim! - isso pode!, claro!
Não entendi nada a história do IBAMA liberar licença prévia para a construção da hidrelétrica no vale do ribeira??? como assim, área dos quilombolas, patrimônio da humanidade, unidade de conservação, respaldada pela lei da mata atlântica, lei de mananciais e APP's, será que estou enganada?, qualquer pessoa comum não conseguiria construir uma casebre naquele região, mas é claro, uma usina hidrelétrica privada que irá gerar grande impacto ambiental e social, sim! - isso pode!, claro!
A ameaça da construção de usinas hidrelétricas no rio Ribeira de Iguape paira há 20 anos sobre as famílias de agricultores familiares, de quilombolas, de caiçaras, de comunidades indígenas e dos movimentos sociais que lutam pelo desenvolvimento sustentável do Vale do Ribeira. Se construídas, afetarão o modo de vida dessas populações, destruirão áreas protegidas, inundarão cavernas e modificarão o regime hidrológico do rio, com conseqüências sobre o equilíbrio ecológico do complexo estuarino do Lagamar, em Cananéia, prejudicando as colônicas de pescadores que dele dependem.
Olhem só quem é o dono da usina e melhor.... olhem só quem fez o EIA-RIMA pra eles!!!
* Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) - ninguém menos que Ermírio de Moraes do grupo Votorantim
* "Se levarmos em conta que o EIA RIMA foi feito pela CNEC Engenharia, do Grupo Camargo Corrêa - conglomerado econômico que é parceiro da Votorantim em outros empreendimentos - como a Usina Hidrelétrica de Campos Novos (cuja barragem rachou em 2006), é no mínimo questionável as conclusões deste estudo. Além disso, a Camargo Corrêa faz parte do Consórcio Via Amarela, responsável pela cratera no metrô de São Paulo. Não bastasse este posição corporativa ser permitida pela legislação ambiental, o Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, entre diversas falhas técnicas e negligências metodológicas, é apresentado na forma de gibi – uma história em quadrinhos onde o “Tio Juco vai salvar a pobre região do Vale do Ribeira...” "
Trecho extraído da:
CARTA ABERTA AOS PESQUISADORES EM APOIO AO VALE DO RIBEIRA
11 de Abril de 2008
estranho, não???
e pra piorar....
Marina Silva pediu demissão após lutar anos sozinha no governo, claro o povo quer acelerar o crescimento.... PAC e Sustentabilidade... isso é possível???
vamos ver o Minc agora, da cidade maravilhosa para bandidagem amazônica... Marina peitou o povo e no mínimo (e foi bem mais que isso) segurou a onda ambiental no Brasil. Temos que ter esperança e aguardar o novo ministro demonstrar para que veio, e para quem veio....
é isso gente, voltando chutando a porta, mesmo porque a mata atlântica foi desmatada em 65% nos últimos 8 anos em Santa Catarina e não dá pra ficar quieta com tanto absurdo.
Mas esperem!!!, nos novos posts, com certeza muita coisa boa há de chegar!
Abraços fraternos!
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Ciclo de Palestras no Sesc Pompéia
Ontem encerrou o ciclo de palestras no Sesc Pompéia dentro da "Exposição Recortar e Colar CRTL C + CRTL V"
Foram duas apresentações no mês de outubro e duas em novembro, onde dentro da sala da Internet Livre fiz algumas apresentações de slide e também navegamos por sites que continham conteúdos sobre lixo eletrônico, alguns vídeos também!
Experiência bem intessante, devido ao público diverso que frequenta os Sesc's, ainda mais a internet livre...., nos primeiros encontros, talvez pela divulgação feita em listas, houve a participação de pessoas que realmente gostaria de conhecer o assunto, já nestas duas últimas, o público participante entraram na sala afim de navegar por orkuts da vida, email's e tals, mas ainda sim, algumas pessoas que estavam navegando, acabaram por se interessar pelo assunto, fiz algumas perguntas provocativas, houveram levantamentos de sobrancelhas pela sala, o que fez com que algumas pessoas mudasse o foco... de orkut para mim...
O resultado desta oficinas foram bem positivos, bons principalmente pra mim!!! uma coisa é ensinar para um grupo de mesma faixa etária, e que estão no local para te ouvir, outra coisa é você ensinar para um grupos de 05 à 90 anos e que estava disposta a navegar na internet, meio de pára-quedas na história hehehhe....
Outro ponto positivo foi o de poder divulgar o trabalho da Ewaste Brasil, que foi um artigo que eu, a Bruna e a Tanya fizemos por encomenda de uma ONG Holandesa, depois escrevo mais sobre este artigo.
Tem mais, a apresentação para o tema "Impacto Ambiental do Lixo Eletroeletrônico" agora está bem mais recheada, já que foi produzida inicialmente em 2004, estava meio apagada! Agora dá para trabalhar com esta por mais algum tempo, somente fazendo algumas atualizações que se façam necessárias...
é isto!
abaixo alguns links por onde navegamos e o blog do Vital, que é o projeto do SESC onde ocorreram as palestras e posts.
http://redevital.blogspot.com/
http://www.slideshare.net/andrebenedito/lixo-eletro-eletronico-no-brasil-159484
http://ecommunita.com/comunidade/node/924
http://www.slideshare.net/andrebenedito/impacto-ambiental-do-lixo-eletroeletrnico
http://youtube.com/watch?v=uDNdTL_wrMU
http://www.thefutureschannel.com/dockets/hands-on_math/recycling_computers/
http://www.greenpeace.org.br/toxicos/?conteudo_id=818&sub_campanha=0&img=15
http://www.tierramerica.net/2005/0402/pgrandesplumas.shtml
http://www.youtube.com/watch?v=q17lIclz_fM
http://metareciclagem.org
Foram duas apresentações no mês de outubro e duas em novembro, onde dentro da sala da Internet Livre fiz algumas apresentações de slide e também navegamos por sites que continham conteúdos sobre lixo eletrônico, alguns vídeos também!
Experiência bem intessante, devido ao público diverso que frequenta os Sesc's, ainda mais a internet livre...., nos primeiros encontros, talvez pela divulgação feita em listas, houve a participação de pessoas que realmente gostaria de conhecer o assunto, já nestas duas últimas, o público participante entraram na sala afim de navegar por orkuts da vida, email's e tals, mas ainda sim, algumas pessoas que estavam navegando, acabaram por se interessar pelo assunto, fiz algumas perguntas provocativas, houveram levantamentos de sobrancelhas pela sala, o que fez com que algumas pessoas mudasse o foco... de orkut para mim...
O resultado desta oficinas foram bem positivos, bons principalmente pra mim!!! uma coisa é ensinar para um grupo de mesma faixa etária, e que estão no local para te ouvir, outra coisa é você ensinar para um grupos de 05 à 90 anos e que estava disposta a navegar na internet, meio de pára-quedas na história hehehhe....
Outro ponto positivo foi o de poder divulgar o trabalho da Ewaste Brasil, que foi um artigo que eu, a Bruna e a Tanya fizemos por encomenda de uma ONG Holandesa, depois escrevo mais sobre este artigo.
Tem mais, a apresentação para o tema "Impacto Ambiental do Lixo Eletroeletrônico" agora está bem mais recheada, já que foi produzida inicialmente em 2004, estava meio apagada! Agora dá para trabalhar com esta por mais algum tempo, somente fazendo algumas atualizações que se façam necessárias...
é isto!
abaixo alguns links por onde navegamos e o blog do Vital, que é o projeto do SESC onde ocorreram as palestras e posts.
http://redevital.blogspot.com/
http://www.slideshare.net/andrebenedito/lixo-eletro-eletronico-no-brasil-159484
http://ecommunita.com/comunidade/node/924
http://www.slideshare.net/andrebenedito/impacto-ambiental-do-lixo-eletroeletrnico
http://youtube.com/watch?v=uDNdTL_wrMU
http://www.thefutureschannel.com/dockets/hands-on_math/recycling_computers/
http://www.greenpeace.org.br/toxicos/?conteudo_id=818&sub_campanha=0&img=15
http://www.tierramerica.net/2005/0402/pgrandesplumas.shtml
http://www.youtube.com/watch?v=q17lIclz_fM
http://metareciclagem.org
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